Flora Rebollo, 1983, São Paulo, é formada em Artes Visuais pela Universidade de São Paulo com intercâmbio na École des Beaux Arts de Lyon. Entre 2015 e 2016 frequentou o Grupo de Estudo e Produção de Arte Contemporânea coordenado por Paulo Miyada e Pedro França.

Em seu desenho, prática mais recorrente da artista, Flora emprega uma série de recursos gráficos que resultam em grandes composições intrigantes por sua profusão de cores elétricas e pantanosas. São superfícies onde fervilham formas que se reconstroem incessantemente.

Este ano participou da exposição “Rocambole” na Kunsthalle Lissabon, em Lisboa, do projeto de residência Art Dubai, focado em artistas latino americanos com curadoria de Fernanda Brenner, e das exposições coletivas  "Comigo ninguém pode" na Galeria Jaqueline Martins em São Paulo e "Las flores azules..." na Galeria IK Projects em Lima, Perú. Em 2018 participou da exposição “Rocambole” no Pivô, em São Paulo e das coletivas "Este ano a noite preta pega a porta” na Oficina Cultural Oswald de Andrade, e "Hecatombe" na Galeria Sancovsky, ambas em São Paulo.

Em 2017 realizou exposição individual na Galeria Pilar, em São Paulo e participou do programa de residência “Pivô Pesquisa”. Em 2016, realizou sua primeira exposição individual no Centro Cultural São Paulo.

Nos anos anteriores destacam-se as mostras coletivas “Coisas sem Nomes”, no Instituto Tomie Ohtake e a “XI Bienal do Recôncavo, onde ganhou o Grande Prêmio (residência artística em Milão, com a supervisão do crítico e curador Antonio d'Avossa)


Em 2018 seu trabalho passou a integrar o acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo.



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Born in 1983, Flora Rebollo lives and works in São Paulo, Brazil. She graduated in Visual Arts at the University of São Paulo (USP), having made one year of exchange with the École Nationale des Beaux Arts de Lyon, in France.

In her drawing, Rebollo’s most recurrent creative practice, the artist employs a number of graphic features that result in large-scale compositions that are intriguing by their profuse use of electric and muddy colors, in elusive shapes that rebuild themselves incessantly.

This year she participated in the show “Rocambole” at Kunsthalle Lissabon, Lisbon, the Art Dubai Residency Project, this year focused on Latin America curated by Fernanda Brenner, the group show “Las flores azules que están hablando...” at IK Projects in Lima, Perú and the group show “Comigo ninguém pode” at Jaqueline Martins Gallery in São Paulo, Brazil. 

In 2017 she held a solo show at Galeria Pilar in São Paulo and participated in the residency “Pivô Research Program”. In 2016 she held her first solo show at the Centro Cultural São Paulo.

In the last years she participated in the group show “Coisas sem Nomes”, at the Tomie Ohtake Institute, and  the “XI Bienal do Recôncavo”, where she won the Grand Prize (an artistic residency in Milan, with the supervision of critic and curator Antonio d’Avossa);


In 2018 her work became part of the Pinacoteca do Estado de São Paulo collection.